Ciclovia, ciclofaixa e trânsito compartilhado

Aqui, em João Monlevade, contamos apenas com uma pequena (e hoje insignificante) ciclofaixa, sem infraestrutura alguma.

Os ciclistas se arriscam à todo momento. João Monlevade necessita, urgentemente, de uma política de mobilidade urbana, pois, não demorará muito, e teremos um grande nó na mobilidade urbana, que é concentrada no centro comercial, entre duas avenidas somente.

O uso da bicicleta só promove ganhos. Saúde, educação, meio ambiente, mobilidade urbana, etc., são alguns ítens beneficiados pelo uso sustentável da bicicleta.

Temos áreas possíveis de implantar ciclovias, ciclofaixas e também, o compartilhamento do trânsito.

EDUCAÇÃO, palavra chave em todos os setores da vida comunitária, faz-se necessário e urgente esta para o pedestre (portador ou não de deficiências), do ciclista, do motociclista, do motorista de veículo pequeno, do motorista de ônibus, do caminhoneiro, etc., para haver uma integração modal eficiente.

E, faz-se urgente, um projeto de educação para mobilidade urbana, privilegiando uma interação e integração modal.

Implantação de ciclovia/ciclofaixa, principalmente no centro comercial, sem esquecer de um projeto para toda a cidade, para a melhoria do trânsito, qualidade de vida e do próprio meio ambiente, pois o carro promove o uso ineficiente do espaço público e a bicicleta liga as pessoas enquanto os automóveis separam; promover a bicicultura e o andar a pé ao invés do culto ao automóvel; o domínio da via deve ser, impreterivelmente, do homem e não da máquina (Fonte: http://bocaonopulpito.wordpress.com/2010/04/21/repostando-para-repensarmos/).

Não há dificuldades, e sim, falta de vontade.

Existe, no Ministério das Cidades, um Programa Mobilidade Urbana que objetiva promover a articulação das políticas de transporte, trânsito e acessibilidade a fim de proporcionar o acesso amplo e democrático ao espaço de forma segura, socialmente inclusiva e sustentável, priorizando a implementação de sistemas de transportes coletivos, dos meios não motorizados (pedestres e ciclistas), da integração entre diversas modalidades de transportes, bem como implementação do conceito acessibilidade universal para garantir a mobilidade de idosos, pessoas com deficiências ou restrição de mobilidade.

O programa, que tem gestão do Ministério das Cidades – MCidades, é operado com recursos do Orçamento Geral da União – OGU. (Fonte: http://bocaonopulpito.wordpress.com/2010/04/21/repostando-ii-para-repensarmos/).

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